júri


JÚRI OFICIAL – MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS

Anti Ribeiro

Bacharela em Cinema e Audiovisual pela UFPE. Sua prática artística investiga formas não convencionais de fazer e sentir o cinema, com ênfase no trabalho com som e paisagens sonoras. Acredita que o som, enquanto força sensível, abre portais para um fazer cinematográfico que transcende o campo da visualidade, permitindo experiências estéticas e narrativas pluriformes. Explora o cinema de maneira interdisciplinar, tomando a ficção como ferramenta para a criação de novas linguagens e possibilidades sensoriais. Entre seus projetos recentes estão os cursos “Ficção Como Arma de Guerra” e “Ficção Sônica: o encontro da sonoridade com a ficção científica”. Atuou também na curadoria de festivais e mostras como o FestCurtasBH (MG), FINCAR (PE), Mostra Macambira (RN), Mostra Correnteza (PE), entre outros.

Maria Antônia Pereira Ágape

Nasceu em 01 de 08 de 1959, filha de Luzia da Silva Pereira e Ulrico Francisco Pereira, na Paraíba. Mãe, de família negra e explorada por latifundiário de terras locais. Pai, filho de mãe Potiguar tirada a laço da aldeia em que vivia no Rio Grande do Norte, aos 11 anos de idade para trabalhar em casa de família de político em João Pessoa capital da Paraíba. Cineasta (Cinema Direto Associação Varan – Paris e UFPB, 1981). Estudante do Curso de Antropologia e Ciências Políticas (UFPB) e Licenciada em Teatro e Dança (UFPB). Especialista em Dança (UFPB). Pesquisadora em movimento corporal, formadora em Dançaterapia, criou o método da Dança do Ser, com experiência  internacional. Realizou o filme em Super 8 “As Cegas”, pelo qual foi Contemplada com prêmio hors-concours no II Festival Internacional de Cinema de João Pessoa 2024 com o filme “As Cegas”, como reconhecimento por ser a primeira mulher negra no cinema paraibano.
Homenagem BENEDITA na DJANIRAS – Mostra de Cinema Feminino 2024.

Thacle De Souza

Baiano do Sertão, diretor de fotografia, montador de cinema, realizador e artista visual, residente no Recôncavo da Bahia. Pensador de imaginários negros, suas fricções em distintas mídias e fabricação de novas memórias. Graduado em Cinema e Audiovisual pela UFRB, em Cachoeira. É co-fundador da ladeiraloop, produtora e estúdio de arte, produção e pós-produção de cinema, e do selo pequenas embarcações, com enfoque em pesquisa, curadoria, criação, difusão e formação com crianças, jovens e comunidades negras. Aberto às experiências, aborda a linguagem como processo de afeto e escrita de narrativas plurais; em corpo, história e território. Integrou as equipes de Direção de Fotografia e Pós-produção de longas premiados nacional e internacionalmente, a exemplo de Café com Canela (2017) e Ilha (2018), além de curtas-metragens, clipes e outros formatos. Noutras vias, opera com tecnologias criativas livres, visuais, para instalações e laboratórios audiovisuais e facilitou oficinas de audiovisual e arte e tecnologia, com ênfase em escolas públicas e regiões periféricas.

JÚRI POPULAR – MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS E MÉDIAS-METRAGENS

Adu Santos

1990, brasileira, natural de São Paulo, é graduanda em Museologia pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – UFRB, pesquisa sobre a chegada das instituições no território que hoje conhecemos como Brasil e as tensões entre memória nacional, história oficial e museologia social. Foi bolsista FAPEX no Memorial do Ensino Agrícola Superior da Bahia (MEASB), atua no cineclube Mário Gusmão e no labMUSsRB (Laboratório de Museologia Social do Recôncavo Baiano). Sua trajetória artística e cultural ocorre entre exposições de artes visuais coletivas no Brasil e exterior enquanto artista e articulações que abarcam o universo da curadoria, produção criativa e comunicação.

Hemilly Araújo

Atuante na área de produção cultural e audiovisual, compondo a ficha técnica de diversas produções, trabalha como assistente de direção e produtora. Natural de São Paulo, atualmente é estudante do Bacharelado em Cinema e Audiovisual pela UFRB, localizado em Cachoeira. Para além de sua participação em trabalhos cinematográficos e televisivos, auxilia na elaboração e execução de diversos projetos culturais voltados à arte, educação e a comunidade.

Vinicius Sant’AL

Natural da cidade de Sapeaçu, Recôncavo Baiano. É amante das artes desde pequeno. Suas primeiras demonstrações artísticas começaram dentro de casa. Tem experiência em atuação em curta-metragens e dança em peças teatrais, com a escrita, onde externaliza seus pensamentos e vivências em formas de poemas e contos. Atualmente, estuda Cinema e Audiovisual na UFRB (Universidade Federal do Recôncavo Baiano). Vinicius tem a arte como abrigo de cura e um lugar que traz para si, um mundo de possibilidades